Nossa, era uma vez mais
Te amo, mas eu também te odeio
O tanto que eu já senti medo
Sei, sei, sei, sei
Diante da luz eu vejo o mundo pela fresta
Me pergunto, será que a minha hora é essa?
Não, eu não tô pronto pra ter essa conversa
Eu cheguei até aqui com muita pressa
Pírulas no chão, onde a luz é escuridão
Eu me perdi, fui na contra mão
Eu nunca estive tão perto do chão
Sei, sei
Mas quem mas, quem sou eu?
Mas quem mas, quem sou eu?
Mas quem mas, quem sou eu?
Mas quem mas, quem sou eu?
Mas quem mas, quem sou eu?
Mas quem mas, quem sou eu?
Mas quem mas, quem sou eu?
Mas quem mas, quem sou eu?
Distante eu me afundo nas sombras, só sei que eu abri o portal na minha sala
Se a mente secar o mundo, dormo?
Eu vi o precipício da ponta e andando pela borda eu sou que o
Pulo é um caminho sem volta, sem volta, sem voltar, sem voltar
Ai, ai, do fundo da minha cara passa
Assista o mundo através da minha casa
Eu viro o jogo sem derramar uma lágrima
A armadura é o que fiz, nada passa
E eles que chamam meu sorriso de face
Esse sorriso que eu nem sei como eu faço
Não saia nem se compasso, quanto tempo passa
Se quiser te passo, passo a passo
Eu e meu bonde do lado
Essa é a pior rodapunk, eu garanto
Você não vai ver o seu bonde do lado
Faça chuva ou faça Sol, eu garanto
Meu plano vai ser muito verticalado
Dividindo meu neurônio, sonhando acordado
Eu fiz o mundo inteiro no quarto
O mundo da Lua na pálpebra, o uchiha madara
Ficaria impressionado
O que você fala cedo é só presunção
E uma passagem pra viagem na palma da mão
Fui tão alto, pra tão alto, outra dimensão
Afirmando mais uma vez nesse clarão
Ai, distante eu me afundo nas sombras
Só sei que eu abri o portal na minha sala
Se a mente seca, eu dormo
Eu vi o precipício da ponta
E andando pela borda eu soube
Que o pulo é um caminho
Sem volta, sem volta, sem volta, sem volta
Distante eu me aforo nas sombras
Só sei que abri um portal na minha sala
Se a mente seca, eu dormo
Eu vi o precipício da ponta
E andando pela borda eu soube
Que o pulo é um caminho
Sem volta, sem volta, sem volta
Ok, talvez eu tenha ido longe demais
E esse seja um mundo invertido
Já que
Tá tudo de cabeça pra baixo
Mas
Eu sinto como se esse espaço ainda fosse meu
Eu vou transformar em algo que vale a pena
O meu próprio mundo invertido
Eu sei o que eu vivo comigo
Mas
Vagando algum tempo no espaço
E eu fico de cabeça pra baixo
De cabeça pra baixo
De cabeça pra baixo
De cabeça pra baixo
De cabeça pra baixo
Distante eu afundo nas sombras
Só sei que eu abri um portal na minha sala
Se a mente se cala eu durmo
Ontem eu vi o precipício da ponta
E andando pela borda eu soube
Que o pulo é um caminho sem volta, sem volta, sem volta