Era Lua cheia de marfim
Meu amor sorria
De Matamba a Benin
O tambor se ouvia
Nosso povo atravessou o mar
E nos impuseram os grilhões
Resiste nossa aldeia
Nós e mais doze milhões
Labuta, mas sem direito a nada
No peito, a terra amada
Ê, saudade!
Por que me trancar num tumbeiro escuro
Se eu nasci maduro pra liberdade?
Águas passadas ainda vividas
Vidas escravas mantidas
Ferida aberta que não estanca
Coberta em tinta branca
É hora da nossa luta reviver
E a centelha da coragem acender
Por nós e por nossos direitos
A negritude não vai se calar
Do Vale do Café a Jacarepaguá
Sou União de Jacarepaguá!
Filho de pemba, tem axé, tem axé!
Minha Crioula, mulher de fé!
Rei Congo é a libertação!
Vem de Aruanda a nossa União!
Aqui Ou Acolá, Este É o Meu Lugar
Lucas Conta Uma História de Fé e Justiça
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A São Clemente Dá Voz a Quem Não Tem
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Cores do Axé
Uma Gloriosa História em Preto e Branco
Quanto Mais Eu Rezo, Mais Assombração Aparece
O Cavalo de Santíssimo e a Coroa do Seu 7
O Aperreio do Cabra Que o Excomungado Tratou Com Má-Querença e o Santíssimo
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Uma Gloriosa História Em Preto e Branco
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Manuel Congo e Marianna Crioula, Os Heróis do Vale do Café
Logun-Edé: O Santo Menino que Velho Respeita